Os cientistas criaram um método para tratar lesões do tímpano com uma estrutura de polímero

imagemUsando eletrofiação e impressão 3D, os pesquisadores fizeram uma estrutura imitando as fibras da membrana timpânica de materiais poliméricos. De acordo com os planos dos cientistas, os tecidos do próprio paciente crescerão neste esqueleto, o que minimizará os danos à audição como resultado de trauma.

O tímpano é muito fino e durável ao mesmo tempo. Sua parte do meio consiste em duas camadas formadas por feixes de colágeno e fibras elásticas, entre as quais os fibroblastos estão localizados.

A membrana pode ser danificada, especialmente as crianças sofrem essas lesões. As lesões podem ocorrer sob influência de fatores mecânicos, físicos ou químicos, são acompanhadas por dor, ruído e perda auditiva. Os ferimentos podem curar a si mesmos, mas às vezes surgem problemas com a cicatrização - então eles requerem intervenção cirúrgica usando os tecidos do doador ou do próprio paciente. As consequências de tais operações são problemas auditivos.

Novo métodoinclui a criação de estruturas a partir de polímeros, nos quais os tecidos do próprio paciente crescem. A largura do quadro é de cerca de 15 milímetros, a espessura é de 0,1 milímetros. A localização correta das fibras tornou-se um desafio para os pesquisadores: elas estão localizadas radialmente na camada externa e circularmente na camada interna.

Como parte do estudo, os cientistas cultivaram células-tronco vivas em andaimes. A estrutura criada passou no teste. Experiências humanas ainda não foram realizadas.

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